16 setembro 2011

Pessoas

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Na estação do metrô, comecei a observar as pessoas. A maioria delas, inquietas. Sempre com muitas atividades e pressa para chegar ao seu destino. O que elas pensam? Quais os seus propósitos? Ideologias imersas na alma, no desespero da vida vivida, da vida vindoura. No temor da incapacidade, no julgamento perfeitamente capaz de existir, de sobreviver. Muitas delas criam e recriam dores através do que enxergam e não como elas realmente deveriam ser. O atrito das pessoas que atuam hoje aprofundam a ideia de que, cada um escolhe seu caminho, necessariamente, ninguém deve ser julgado.


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