06 abril 2011

Invariavelmente e imprevisível



Estou com uma vontade de consumir teu sorriso. Te peço desculpas, caso eu te faça sofrer. Invariavelmente, eu sou inconstante. Invariavelmente, sou imprevisível naquilo que não devo ser. Invariavelmente, conquisto, faço cara de boa moça e depois te faço penar um pouco. Então, caso você não seja exceção à minha regra, já vou me desculpando e lhe afirmando que não foi pessoal, muito menos por mal. Bem, é verdade, eu admito. Eu xingo, eu grito, eu choro, eu brinco, eu dou risada nos momentos errados, eu estudo um dia antes das provas, eu falo alto, eu sou chata, eu sou irritante, eu sou chorona. Mas pelo menos sou eu mesma. Eu nunca te disse que era perfeita. Mas se eu puder ser sincera, gostaria de dizer o que sinto agora. Eu preciso dizer que você é o melhor amigo que alguém poderia ter. Preciso dizer que adoro teu jeito doce e delicado de me acariciar e teu sorriso sincero a me admirar. Eu tenho que te falar que a conversa mais bonita que presenciei foi aquela em que nós discutimos a relação que na verdade, ainda nem existia. Foi quando você me olhou, meio vermelho, sem coragem de me encarar e disse que gostava de mim; com aqueles olhos brilhando mais que tudo. E eu preciso te dizer que a partir daquele momento eu quis te dizer que você era um fofo. Eu posso estar carente de carinho, de colo, de amor. E você me oferece tudo isso gratuitamente. Mas eu tinha que dizer que adoro ficar com você e que aquele teu cheiro me faz ter vontade de afundar a cabeça dentro do teu peito e dormir sossegada. Eu me sinto amada ao teu lado e eu preciso de você da forma pura e simples que você é.


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